Das transações vêm de clientes que voltam
Rede de utilidades domésticas no Nordeste com base de clientes majoritariamente em dinheiro. Com Limite Recorrente, o crédito virou motor de recorrência — 15% de share das vendas nas lojas em operação e rollout para 20 unidades em andamento.
Números em destaque
O contexto
Rede de utilidades domésticas com lojas no Nordeste. Ticket médio de R$ 120, base de clientes majoritariamente em dinheiro. A percepção interna era de que o crédito não fazia sentido para o perfil de compra da loja — produto barato, compra recorrente, cliente que já conhece o varejo.
O desafio
- Provar que crédito funciona com ticket baixo
- Converter clientes que já compravam à vista em clientes de crédito recorrente
- Aumentar a frequência de visita e o volume por visita sem depender de promoção
- Estruturar uma operação financeira sem complexidade operacional para a loja
A solução desenhada
Limite Recorrente
Limite pré-aprovado para o cliente usar como quiser na loja, sem estar vinculado a um produto específico. Ideal para varejo de itens de menor valor e compra frequente.
Início em 2 lojas
Operação iniciada em 2 unidades em Salvador para validar o modelo antes do rollout para as 20 lojas da rede.
Cadastro simplificado
Taxa de conversão de cadastrados acima de 95% — quem entra na base compra. Processo desenhado para funcionar no ritmo do varejo de baixo ticket.
Operação completa
Underwriting, cobrança e CRM entregues pela Ume. A loja foca em vender — o crédito roda sem equipe dedicada.
O que mudou
O ticket recorrente é consistentemente maior que o ticket da primeira compra. Clientes com limite ativo compram com mais frequência e levam mais a cada visita — sem que nenhuma promoção tenha sido necessária para isso.
Transações mensais
Próximo passo
Com o modelo validado nas 2 lojas em Salvador, a rede está em processo de rollout para as 20 unidades e migrando para o modelo de payment network — capturando a margem financeira da operação diretamente.